O impacto da organização e dos dados nas reinternações

Richard Riviere
22 de agosto de 2025
Seta apontando para baixo.
reinternações

As reinternações são um dos grandes desafios de diversas instituições em saúde, mas algumas estratégias ajudam a prevenir casos evitáveis. 

Evitar reinternações é um dos grandes desafios enfrentados pelos profissionais de saúde, principalmente quando se busca oferecer um cuidado contínuo, eficiente e centrado no paciente.

Mais do que um indicador de qualidade assistencial, as reinternações frequentes podem sinalizar falhas no acompanhamento clínico, na comunicação entre equipes ou na organização do cuidado após a alta.

Por isso, investir em estratégias que melhorem a gestão clínica e garantam o acompanhamento adequado dos pacientes é fundamental para reduzir casos evitáveis e promover melhores desfechos em saúde.

Neste artigo, queremos te ajudar a enfrentar esse desafio com mais eficiência, apresentando os principais fatores que levam às reinternações e como a tecnologia é uma grande aliada na prevenção e no acompanhamento clínico.

Vamos começar!

O que são reinternações e por que merecem atenção?

Reinternações hospitalares são caracterizadas pelo retorno do paciente ao hospital em um curto intervalo de tempo após a alta, geralmente dentro de 30 dias. 

Embora nem todos os casos possam ser evitados, uma parcela dessas reinternações está relacionada a falhas evitáveis no processo de cuidado. Por exemplo, alta precoce, falta de orientações adequadas ou ausência de acompanhamento ambulatorial.

Do ponto de vista clínico, as reinternações impactam a recuperação do paciente, aumentam o risco de complicações e geram desconforto físico e emocional, especialmente em populações mais vulneráveis, como idosos e portadores de doenças crônicas. 

Já sob o aspecto institucional, esse cenário representa um aumento nos custos operacionais, além de afetar indicadores de desempenho e a reputação da equipe médica envolvida.

Segundo um artigo da FGV:

“Reinternações não planejadas são eventos frequentes e complexos que geram sofrimento, aumentam o risco de óbito e estão associados a aumento de custos dos sistemas de saúde.”

Por isso, compreender as causas e consequências das reinternações é o primeiro passo para combatê-las de maneira estratégica e integrada. 

E, nesse contexto, a tecnologia surge como uma aliada indispensável, facilitando o acompanhamento clínico, a troca de informações e a continuidade do cuidado. Abordaremos esses temas nos próximos tópicos!

Principais causas das reinternações evitáveis

Embora algumas reinternações sejam inevitáveis devido à complexidade clínica do paciente, muitas poderiam ser prevenidas com uma abordagem mais integrada, cuidadosa e organizada por parte da equipe de saúde. 

Assim, conhecer as causas mais comuns das reinternações evitáveis é fundamental para propor intervenções eficazes. A seguir, destacamos os principais fatores que contribuem para esse cenário:

Alta hospitalar sem planejamento adequado

Em primeiro lugar, é preciso planejar cuidadosamente a transição do hospital para o domicílio. 

Isso porque, quando o paciente recebe alta sem orientações claras, sem revisão dos medicamentos ou sem encaminhamentos para acompanhamento, aumenta-se significativamente o risco de complicações e retorno ao hospital.

Falta de continuidade no cuidado

A ausência de integração entre os níveis de atenção (hospitalar, ambulatorial, domiciliar) e a fragmentação das informações clínicas dificultam o acompanhamento eficaz do paciente. 

Esse processo é especialmente crítico em casos de doenças crônicas, pós-operatórios e cuidados paliativos.

Adesão insuficiente ao tratamento

Em seguida, o não cumprimento de orientações médicas, seja por esquecimento, dificuldade de acesso a medicamentos ou falta de compreensão do plano terapêutico, também está entre as principais causas de reinternações. 

Nesse sentido, a adesão está diretamente ligada à qualidade da comunicação com o paciente e sua rede de apoio.

Condições clínicas instáveis ou agravadas

Pacientes com comorbidades, idosos ou em situações de vulnerabilidade social tendem a apresentar maior risco de descompensações clínicas. A ausência de um monitoramento regular pode levar à piora do quadro e, consequentemente, à reinternação.

Falhas na comunicação entre os profissionais

A troca insuficiente de informações entre médicos, enfermeiros, nutricionistas e demais integrantes da equipe multidisciplinar pode comprometer a continuidade do cuidado. 

Muitas vezes, dados relevantes se perdem entre prontuários não integrados ou registros incompletos.

Diante dessas causas, torna-se evidente que o problema das reinternações não está restrito apenas à clínica, mas também à gestão da informação e à coordenação da equipe. 

É nesse ponto que a tecnologia começa a se destacar como uma solução eficaz, tema que abordaremos no próximo tópico.

Como a tecnologia pode ajudar a reduzir reinternações?

A tecnologia tem se consolidado como uma aliada indispensável para médicos e gestores de saúde que desejam melhorar a qualidade assistencial, otimizar processos e, principalmente, reduzir as taxas de reinternação. 

Um dos recursos mais estratégicos nesse contexto é o uso de sistemas médicos, que permitem um acompanhamento clínico mais eficiente e integrado.

Por meio de um sistema médico com prontuário eletrônico, é possível:

  • Registrar todas as etapas do atendimento de forma organizada e acessível, evitando a perda de informações importantes após a alta hospitalar.
  • Monitorar condições clínicas de risco com o suporte de alertas e indicadores personalizados, possibilitando intervenções preventivas.
  • Gerar planos de cuidado estruturados, com orientações claras, metas terapêuticas e prescrições integradas ao histórico do paciente.
  • Facilitar a comunicação entre a equipe multidisciplinar, garantindo que todos os profissionais envolvidos tenham acesso às mesmas informações em tempo real.
  • Acompanhar o paciente no pós-alta, inclusive com ferramentas para telemedicina, agendamento de retornos e envio automático de lembretes.

Assim, ao oferecer mais controle sobre a jornada do paciente, os sistemas contribuem para uma gestão segura, assertiva e centrada em resultados. 

Além disso, ajudam a identificar padrões, avaliar riscos e criar protocolos mais eficazes, com base em dados concretos e históricos clínicos confiáveis.

Versatilis System: tecnologia a favor da continuidade do cuidado

O Versatilis System é um sistema médico completo, desenvolvido para atender clínicas, consultórios e equipes multidisciplinares que buscam excelência na gestão clínica. 

Ele oferece todos os recursos necessários para reduzir reinternações e garantir a continuidade do cuidado com mais eficiência e segurança.

Entre seus principais diferenciais estão:

  • Prontuário eletrônico completo e integrado;
  • Criptografia de ponta e segurança de dados em conformidade com a LGPD;
  • Acompanhamento clínico com históricos acessíveis, alertas e relatórios personalizados;
  • Integração com agendamento, telemedicina e comunicação com o paciente;
  • Interface intuitiva e suporte técnico especializado.

Por isso, se você deseja atuar de forma mais estratégica, reduzir riscos e garantir melhores desfechos clínicos, o Versatilis System é a solução ideal!

Solicite agora uma demonstração gratuita e descubra como a tecnologia otimiza a rotina da sua clínica e ajudar a prevenir reinternações desnecessárias.

Richard Riviere

Especialista em Saúde Digital, CEO e Co-Fundador da Versatilis System, o sistema de gestão DEFINITIVO das clínicas do Brasil.

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